Muito boa tarde Brasil
O Melhor da Tarde está no ar,com bastante novidades.
TV FUXICO
- A atriz Adriana Birolli dá entrevista para a revista ''caras'' e ganha 4 páginas.
- Hebe derruba audiência das séries da Record,no horário nobre.
- SBT terá sua revista diária no comando de ''Regina Volpato'' uma copia do ''Video Show''
OS 60 ANOS DA TV BRASILEIRA
Por Emanuel Soares Carneiro
A televisão aberta completou 60 anos no país dia 18. Desde a primeira transmissão da TV Tupi, em São Paulo, na iniciativa ousada de Assis Chateaubriand, a evolução tecnológica, o arrojo empresarial e o talento dos nossos profissionais fizeram da TV brasileira um case de padrão internacional.
Com penetração em 95,7% dos domicílios (2009, Pnad/IBGE), esse meio popular por vocação tem sido capaz de integrar milhões de pessoas, valorizar as realidades regionais e dar-lhes acesso gratuito a informação, cultura e entretenimento. Seu papel para o fortalecimento da identidade nacional é incontestável.
Nos mais longínquos rincões é possível encontrar cidadãos que se conectam com o restante do Brasil e com o mundo por intermédio de seu televisor, e, independentemente de classe social ou nível de instrução, têm acesso às mesmas informações.
Em entrevista à revista "Época", em 2006, o sociólogo francês Dominique Wolton afirmou que a televisão provocou, nos últimos anos, uma revolução na vida de milhões de pessoas. Para ele, que é um dos mais respeitados especialistas em comunicação no mundo, a TV "produz uma cultura mediana acessível, sensibiliza o telespectador para outras culturas e reflete o mundo contemporâneo", instigando o cidadão a buscar informação e conhecimento antes ignorados.
Nas palavras de Wolton, a "cultura televisiva popular" é, em síntese, o que as pessoas têm em comum, mas que ao ser repartida entre os pares fortalece a noção de democracia. Dessa forma, a TV promove um indiscutível processo de evolução social, como observamos no Brasil nestas últimas décadas.
Dados de uma recente pesquisa encomendada à empresa Meta pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), sobre o acesso à informação e a formação da opinião da população brasileira, mostram que as percepções de Wolton em relação ao papel desse meio de comunicação estão corretas.
A pesquisa revela, por exemplo, que para 66,3% das pessoas a televisão aberta é o meio de comunicação mais relevante para buscar informação, e para 69,4% é a mídia mais confiável. Quanto à programação, 64,6% dos entrevistados consideram os telejornais os programas mais importantes, seguidos das novelas, com 16,4%. O levantamento ouviu 12 mil pessoas, em 639 cidades de cinco regiões do país.
Com noticiários, reportagens, entrevistas e debates entre candidatos, a TV tem sido fundamental também para a consolidação da democracia. Além de prover informação e promover a discussão de temas de interesse nacional, é com a produção regular de séries e campanhas de utilidade pública que esse meio estabelece compromisso com as demandas sociais, seja de dimensão nacional ou comunitária, de qualquer pequena cidade interiorana.
Isso só é possível graças ao modelo federativo de radiodifusão, semelhante ao que acontece em outros países de dimensões continentais. Baseado no conceito de redes de programação básica, ele combina grandes centros de produção, dotados de tecnologia avançada e profissionais altamente qualificados, capazes de fornecer conteúdo a milhares de emissoras e municípios. O mesmo acontece no sentido inverso - as emissoras afiliadas às redes nacionais contribuem com a sua visão regional e local.
Marcado pela diversidade e pluralidade, esse modelo compreende 496 emissoras de televisão, sendo 295 comerciais e 201 educativas, e mais de 5.000 estações retransmissoras. A indústria televisiva brasileira gera mais de 200 mil postos de trabalho, diretos e indiretos, produz 70 mil horas/ano e, apenas em programas jornalísticos, 180 mil horas/ano. Cerca de 70% desse conteúdo é nacional - 90% se considerado apenas o horário nobre.
Uma das grandes contribuições do setor é, por certo, de estímulo ao desenvolvimento econômico e social do país. Estudo da empresa Tendências Consultoria Integrada, realizado em 2007, com base no conceito econométrico, verificou que a inserção de meios de comunicação, entre eles, a TV, tem efeito positivo sobre o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).
A televisão leva informação sobre tendências de mercado, oportunidades de trabalho, novos produtos e tecnologias, contribuindo para o desenvolvimento dos mercados regionais e locais. Esse modelo dá oportunidade às pequenas e às médias empresas anunciarem seus produtos e serviços localmente a um custo adequado a sua realidade financeira, alcançando público-alvo, melhorando suas vendas e gerando empregos.
Até 2012, teremos disseminado no Brasil o padrão digital de televisão que, mais do que qualidade superior de imagem e som, permitirá o avanço da mobilidade e da portabilidade, ou seja, a capacidade de o telespectador receber o sinal em aparelhos portáteis ou celulares. O sistema nipo-brasileiro também se internacionaliza, sendo adotado até o momento por 11 países.
É um passo decisivo para a inserção da TV no ambiente de acelerada convergência tecnológica, que permitirá cada vez mais o acesso a voz, vídeo, dados e texto nas mais variadas plataformas. Portanto, ao completar 60 anos de existência, percebemos que a televisão brasileira continua forte e rejuvenescida, cumprindo o seu papel para o crescimento econômico e a consolidação da democracia.
EMANUEL SOARES CARNEIRO é presidente da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão - Abert.
Vamos dar um intervalo e voltamos logo.
BANDA HUIOS
Tel:8504-7178
3657-1012
www.bandahuios@gmail.com
A melhor banda do Brasil faz o seu show
----------------------------
Você não pode perder o especial de 1 ano do Jornal do Bairro
Dia 13/10/10
Na faixa nobre da TV do Blog
Presença garantida de Ivete Sangalo,Beyonce,Cassiane,Claudia Leite,Diante do Trono e muito mais pra você.
NÃO PERCA!!!
-------------------------
Resultado das eleições do JB
Presidente
Brendom com 95% dos votos
Ed. Chefe
Gabriele com 88% dos votos
41 pessoas votaram
Estamos de volta com O Melhor da Tarde
Promoção frase premiada
Para você o que é o amor?
''O amor é o que acontece no coração das pessoas que se amam.
E ele é colorido como o arco-íris.
Mônica(Curitiba -PR)
Matéria especial para O Melhor da Tarde com o Professor Ademildo
PROCESSO REGRESSIVO
Estamos em contagem regressiva para as eleições majoritárias, aquelas que elegem o Presidente da República, Governador, Senadores e Deputados Federais e Estaduais. Nessa semana que antecede o dia da eleição é nítido constatar que é regressivo o entusiasmo do eleitor em exercer seu direito de voto, de comparecer às urnas no dia 03 de outubro; cada vez mais o eleitor é contagiado pelo desânimo, descrença e falta de confiança nos candidatos e candidatas.
Mas, por que existe essa regressão participativa, visto que as eleições diretas foram duramente conquistadas pela sociedade, ao longo da história de nosso país. Dois motivos básicos podemos identificar:
Em primeiro lugar, o voto, que é um exercício de cidadania, também é obrigatório. As pessoas são obrigadas a comparecer às urnas no dia da eleição, sob pena de não o fazendo ter que justificar o porquê, ou pagar multa. Vejamos o que diz a Constituição Federal de 1988.
Art. 14. A soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos, e, nos termos da lei, mediante:
§ 1º - O alistamento eleitoral e o voto são:
I - obrigatórios para os maiores de dezoito anos;
b) os maiores de setenta anos;
c) os maiores de dezesseis e menores de dezoito anos.
(grifo nosso)
Sendo assim, é notório que se o voto não fosse obrigatório, os eleitores teriam menor estresse no dia da eleição, pois o eleitor iria votar se realmente estivesse convicto de seu ato, caso contrário ficaria em casa, sem culpas e sanções.
Outro aspecto decisivo para o agravamento da angústia do eleitor, consiste no fato de que os eleitores não indicam seus candidatos. Como assim? Na verdade são os candidatos que se lançam como “opções” e depois saem correndo atrás do voto do eleitor. O correto seria que a população indicasse os seus candidatos, assim, haveria uma identificação melhor com o candidato.
Como a população não escolhe quem deveria concorrer às eleições, no dia da votação é um desespero total.
O exercício da cidadania não deve ser vinculado apenas ao dia da eleição, e ao período eleitoral. Há a necessidade de os eleitores conversarem sobre as eleições constantemente. O processo eleitoral é contínuo e a população deve ser organizar melhor , evitando aberrações e desesperos na hora de votar.
Ademildo Felipe Corrêia
Professor de Filosofia e Advogado.
Até Mais,obrigado pela audiência.
Nenhum comentário:
Postar um comentário