
SP vai desviar mais água de Billings para apoiar Guarapiranga e Alto Tietê
O governador Geraldo Alckmin (PSDB) disse nesta quarta-feira (21) que irá retirar mais água da represa Billings, que integra o Sistema Rio Grande, para abastecer os sistemas Guarapiranga e Alto Tietê – que juntos atendem 11 milhões de clientes da Sabesp na Grande São Paulo.
A medida não tem impacto direto para os 6,2 milhões de pessoas que atualmente recebem água do Cantareira. O sistema estava com 5,5% de sua capacidade nesta quarta-feira.
O Sistema Guarapiranga, que tem capacidade de 171 bilhões de litros, operava com nível de 38,5% nesta quarta. Ele abastece 5,2 milhões de pessoas, parte delas moradores da capital que recebiam água do Cantareira.
Já o Alto Tietê tem capacidade de 520 bilhões de litros e tinha 10,2% do volume disponível. O sistema abastece 4,5 milhões de habitantes – entre eles também há ex-abastecidos pelo Cantareira.
Atualmente, a represa Billings já atende o Guarapiranga através de um braço em Itaquacetuba.
Animal marinho queima criança no litoral do RJ

Uma menina de 1 ano e 7 meses foi queimada em diversas partes do corpo na última quinta-feira (16), na Praia do Leblon, Zona Sul do Rio. De acordo com Alessandra Veiga Martins, mãe de Manuela, a menina estava com o pai na parte rasa mar quando começou a chorar e gritar e foi possível ver uma caravela portuguesa – animal de tentáculos muitas vezes confundido com água-viva – agarrada nas pernas da menina.
"O pai, com a própria mão, começou a puxar aqueles tentáculos arroxeados de aproximadamente 80 cm de extensão, que pareciam grampeados nas pernas da nossa filhinha", disse a mãe em sua postagem na rede social.
Manuela foi levada para o Hospital Copa D’Or, em Copacabana. No local, segundo a mãe, a equipe médica da pediatria seguiu as orientações do Centro de Intoxicações do Hospital Universitário Antonio Pedro, da Universidade Federal Fluminense (UFF). Com curativos, ela teve alta no mesmo dia. A menina teve queimaduras nos dois braços, nas pernas e parte das costas.
"Uma enfermeira do hospital precisou ir na rua comprar vinagre para usar nas queimaduras da minha filha. Apesar do risco de choque anafilático e de outras graves consequências, como queimaduras semelhantes às de ácido, que podem ser causadas pela intoxicação do veneno da caravela, minha filha já está bem econtinua sendo medicada e monitorada pelo Centro de Intoxicação do RJ", disse Alessandra.
Nascida e criada no Leblon, Alessandra disse nunca ter visto esse tipo animal na praia. "Eu já tinha visto água-viva, mas nunca caravela portuguesa."
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