
Justiça decreta prisão de mais três PMS do caso Amarildo

A Justiça do Rio aceitou a denúncia do Ministério Público e decretou, , a prisão preventiva dos sargentos da Polícia Militar, Reinaldo Gonçalves e Lourival Moreira, e do soldado Wagner Soares. Vinte e cinco PMs foram denunciados. Dez já estão presos há quase 20 dias.Um homem que se identifica como o traficante Catatau faz ameaças a um policial infiltrado no tráfico - e dá a entender que matou Amarildo, conhecido como Boi. A perícia comprovou que esse homem era o soldado Marlon Campos Reis fazendo uma encenação. A investigação apontou tentativas de forjar provas e incriminar traficantes da Rocinha pela morte do ajudante de pedreiro. Uma escuta telefônica, autorizada pela Justiça, revelou a manobra. PM Marlon: Fala aí, seu "X-9". Vou cortar tua cabeça, maluco, tu vai ver. Não identificado: Camarada. camarada. Deixa eu te explicar aqui. Marlon: Já botamo (sic) o Boi (Amarildo) na tua conta, neguinho. Já botamo o Boi (Amarildo) na tua conta. A promotoria disse que foram feitas análises das vozes dos policiais e do traficante de drogas para chegar a essa conclusão. “A perícia feita deu negativa para a voz do Catatau”, completou.
Formação de quadrilha
Ainda segundo ela, dentre os denunciados, 13 policiais foram indiciados por formacão de quadrilha. Um deles era o major Edson Santos, que encontrava-se no contêiner de cima, mas que estaria de acordo com toda a situação; um tenente, três sargentos e oito soldados que vigiavam o local do crime. Do total de denunciados, 17 devem responder também por ocultação de cadáver e quatro por fraude processual, já que houve a tentativa de esconder as provas do assassinato. Os quatro policiais acusados de tentar ocultar as provas são: major Edson Santos, tenente Luiz Medeiros, soldado Marlon Campos Reis e o soldado Douglas Roberto Vital Machado. O major Edson Santos foi denunciado por todos os crimes, sendo dois deles por fraude processual.
Ainda segundo ela, dentre os denunciados, 13 policiais foram indiciados por formacão de quadrilha. Um deles era o major Edson Santos, que encontrava-se no contêiner de cima, mas que estaria de acordo com toda a situação; um tenente, três sargentos e oito soldados que vigiavam o local do crime. Do total de denunciados, 17 devem responder também por ocultação de cadáver e quatro por fraude processual, já que houve a tentativa de esconder as provas do assassinato. Os quatro policiais acusados de tentar ocultar as provas são: major Edson Santos, tenente Luiz Medeiros, soldado Marlon Campos Reis e o soldado Douglas Roberto Vital Machado. O major Edson Santos foi denunciado por todos os crimes, sendo dois deles por fraude processual.
Veja os nomes dos PMs denunciados
Edson Raimundo Dos Santos
Luiz Felipe De Medeiros
Douglas Roberto Vital Machado
Marlon Campos Reis
Jorge Luiz Gonçalves Coelho
Victor Vinicius Pereira Da Silva
Jairo Da Conceição Ribas
Anderson Cesar Soares Maia
Wellington Tavares Da Silva
Fábio Brasil Da Rocha Da Graça
Reinaldo Gonçalves Dos Santos
Lourival Moreira Da Silva
Wagner Soares Do Nascimento
Rachel de Souza Peixoto
Thaís Rodrigues Gusmão
Felipe Maia Queiroz Moura
Dejan Marcos De Andrade Ricardo
Jonatan de Oliveria Moreira
Márcio Fernandes De Lemos
Bruno dos Santos Rosa
Sidney Fernando De Oliveira Macário
Vanessa Coimbra Cavalcanti
João Magno De Souza
Rafael Bayma Mandarino
Rodrigo Molina Pereira
Edson Raimundo Dos Santos
Luiz Felipe De Medeiros
Douglas Roberto Vital Machado
Marlon Campos Reis
Jorge Luiz Gonçalves Coelho
Victor Vinicius Pereira Da Silva
Jairo Da Conceição Ribas
Anderson Cesar Soares Maia
Wellington Tavares Da Silva
Fábio Brasil Da Rocha Da Graça
Reinaldo Gonçalves Dos Santos
Lourival Moreira Da Silva
Wagner Soares Do Nascimento
Rachel de Souza Peixoto
Thaís Rodrigues Gusmão
Felipe Maia Queiroz Moura
Dejan Marcos De Andrade Ricardo
Jonatan de Oliveria Moreira
Márcio Fernandes De Lemos
Bruno dos Santos Rosa
Sidney Fernando De Oliveira Macário
Vanessa Coimbra Cavalcanti
João Magno De Souza
Rafael Bayma Mandarino
Rodrigo Molina Pereira
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