23 de out. de 2013

Histórias de Vida




Por Rebecca Taylor*
A pior estatística que está circulando nos últimos dias é que 90% ou mais das crianças com Síndrome de Down são abortadas depois do exame pré-natal [em países onde o aborto é legalizado, como Reino Unido]. Estou convencida de que isso acontece porque os pais são pressionados ao aborto pelos profissionais da saúde que os estão assistindo. 
Em um mundo com valores totalmente invertidos, os pais são informados de que eles estarão sendo egoístas e maus se não matarem seu filho com necessidades especiais. E com um novo teste genético não-invasivo no horizonte, a pressão sobre os pais para "se livrarem" de uma criança com Síndrome de Down só vai aumentar. 
Diante de tais números desanimadores, descobri alguns que não são apenas encorajadores, mas retratam um quadro mais preciso da vida com a Síndrome de Down. Pesquisadores do Hospital Infantil de Boston pesquisaram ​famílias que possuíam um membro com Síndrome de Down e descobriram que a Síndrome de Down é um ponto positivo. De MSNBC.com:
Mais uma vez, a cultura da morte distorce a verdade, sugerindo que os pais estão fazendo a coisa certa matando seu filho com Síndrome de Down. A cultura da morte diz: "Melhor morto do que ter Down." Mas 99% dos adultos com Síndrome de Down relataram que estão felizes com suas vidas. Eu duvido que você vá encontrar um percentual próximo a esse na população adulta "saudável". E mesmo assim, são esses adultos muito felizes que estão sendo alvo de destruição no útero.
E esse é o preço real de se abraçar a cultura da morte, de usar a morte como um "tratamento médico": é literalmente a eliminação da felicidade.

Rebecca Taylor é B.S. em Bioquímica pela Universidade de San Francisco com certificação nacional em clínica Molecular Biology MB (ASCP); especialista em laboratório de análises clínicas em biologia molecular e ativista pró-vida 



Nenhum comentário:

Postar um comentário