16 de jun. de 2013

Estação Domingo





Túnel do Tempo "Chacrinha " 


O programa e seu sucesso
Quem se lembra do “Cassino do Chacrinha”? Estreando no ano de 1982, o programa de auditório da Rede Globo era apresentado por Abelardo Barbosa, o famoso Chacrinha.
Este programa é considerado um dos mais populares programas da televisão brasileira. Fazendo um grande sucesso nas tardes de sábado, o “Cassino do Chacrinha” era um programa  que apresentava atrações musicais e show de calouros.
Fim do programa
O último “Cassino do Chacrinha” foi ao ar no dia 2 de julho de 1988.
Morte do “velho guerreiro”
O “Velho Guerreiro”, como também ficou conhecido, morreu em 30 de junho de 1988, sendo vítima de um câncer de pulmão.
Você se lembra?
Quando já estava doente, Chacrinha chegou a ser substituído, a partir do dia 11 de junho de 1988, pelo humorista e apresentador João Kléber.


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Porque fazemos ‘loucuras de amor’?

Porque fazemos ‘loucuras de amor’?
 Gente apaixonada parece que esquece a cabeça em casa e faz muitas, muitas loucuras…
Loucuras:
E a lista de opções para os apaixonados aprontarem por aí é grande: Tem quem opte por apenas uma cesta de café da manhã. Mas, os mais exagerados, enviam até mesmo declarações de amor em locais públicos o que claro, nem sempre causa o resultado esperado.
Causas:
A boa notícia é que este estado de espírito tem começo, meio e fim.
Segundo a professora Cindy Hazan, da Universidade Cornell de Nova Iorque os seres humanos são biologicamente programados para se sentirem apaixonados durante 18 a 30 meses. Hazan entrevistou e testou 5.000 pessoas de 37 culturas diferentes e descobriu que o amor possui um “tempo de vida” longo o suficiente para que o casal se conheça, copule e produza uma criança.
A pesquisadora identificou algumas substâncias responsáveis pelo Amor: dopamina, feniletilamina e ocitocina. Estes produtos químicos são todos relativamente comuns no corpo humano, mas são encontrados juntos apenas durante as fases iniciais do flerte.
Ainda assim, com o tempo, o organismo vai se tornando resistente aos seus efeitos – e toda a “loucura” da paixão desvanece gradualmente – a fase de atração não dura para sempre.
O casal, então, se vê frente a um dilema: ou se separa ou habitua-se a manifestações mais brandas de amor – companheirismo, afeto e tolerância -, e permanece junto. “Isto é especialmente verdadeiro quando filhos estão envolvidos na relação”, finaliza a professora.
com informações de: Sandra Tonsa – Psicóloga


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