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25 de mar. de 2013

Repórter Blog
















Aranha sem olhos da Ásia: Sinopoda scurion



Segundo pesquisa, cientistas descobrem aranha sem olhos em uma caverna na Ásia, e foi batizada de Sinopoda scurion.
A Sinopoda scurion não tem pigmento e é cega, foi encontrada em uma caverna do Laos, na Ásia
Segundo Peter Jäger, chefe do setor de aracnologia do Instituto de Pesquisa Senckenberg (Frankfurt / Alemanha), a aranha é a única no reino animal que é um “caçador” cego e todas as suas características foram descritas em estudo na publicação científica “Zootaxa”.
A falta de olhos é uma adaptação da aranha ao escuro total da caverna, assim como a ausência de pigmento, segundo a pesquisa. O nome scurion foi dado em homenagem a uma empresa suíça que produz lanternas, usadas para encontrar a espécie dentro da caverna, afirma Peter Jäger.
A nova espécie de aranha mede seis centímetros, com as pernas abertas. Animais como peixes, escorpiões e caranguejos encontrados em cavernas no Laos também apresentam adaptação similar e são cegos, segundo Jäger.

Fonte: G1 e Instituto de Pesquisa Senckenberg


Água na Lua 
Agua-Na-Lua
Existe água gelada em grandes quantidades no pólo sul da Lua, confirma a NASA. A agência espacial norte-americana analisou os últimos dados da missão que levou o satéliteLCROSS a despenhar-se a grande velocidade na grande cratera Cabeus, no dia 9 de Outubro.
Esta depressão localizada no pólo sul da Lua está permanentemente na sombra, numa região onde a temperatura nunca sobe acima dos 170 graus negativos. O violento impacto do LCROSS na Cabeus provocou um jato de vapor de 1,6 km de altura equivalente a mais de cem litros de água.
Antes de deixarem de funcionar, os sensores da nave (espectrometros de infravermelhos e ultravioletas) detectaram vapor de água e gelo. “Não encontramos apenas um pouco de água mas uma quantidade significativa”, afirmou Anthony Colaprete, cientista chefe desta missão.
Em todo o caso, Colaprete ressalvou que “a concentração e distribuição da água no solo lunar requer mais análises e a plena compreensão dos dados da LCROSS vai levar algum tempo”.
A nave Lunar Reconnaissance Orbiter, que acompanhou esta missão, vai aliás continuar em órbita à volta da Lua a fotografar e enviar dados sobre o impacto na cratera Cabeus.
A primeira evidência de água gelada na Lua veio da missão norte-americana da naveClementine, em 1994, que calculou que a área do nosso único satélite natural sempre à sombra no pólo sul devia atingir os 14 mil km2.
Com os novos dados da nave Lunar Prospector, lançada em 1998, os cientistas daNASA estimaram que a quantidade de gelo no solo lunar se poderia situar entre um e três quilometros cúbicos, com uma concentração de 900 gramas por tonelada de solo.
Missões posteriores dos EUA, Europa, Japão e China analisaram também a presença de água na Lua. Mas foram os dados da nave indiana Chandrayaan-1 e da sua Moon Impact Probe, lançada sobre a cratera Shackleton no pólo sul da Lua em 14 de Novembro de 2008, que trouxeram mais novidades.
Com efeito, esses dados foram analisados pela NASA, que confirmou a 25 de Setembro de 2009 a existência de água em vastas áreas da superfície da Lua, embora em concentrações reduzidas.
A confirmação da presença de água na Lua em quantidades apreciáveis é fundamental para tornar viável, no futuro, a existência de uma ou mais bases permanentes no único satélite natural da Terra. A água poderia ser usada para consumo humano e para o fabrico de combustível.



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